Nunca antes na história desse
país existiu uma bolsa que paga 840 reais para qualquer família brasileira, em
nenhuma situação. Agora, graças a estupidez do politicamente correto de
Fernando Haddad, isso existe.
A partir de hoje, segunda feira,
gays, travestis e transexuais que vierem as ruas de São Paulo terão direito a
uma bolsa de 840 reais por mês para frequentar a escola. Para o autor dessa ideia,
Fernando Haddad, ela vai “pôr São Paulo na vanguarda e colocar essas pessoas no
caminho , dando respeito, educação e trabalho”. O objetivo da prefeitura é que
os inscritos no programa, que custará 2 milhões de reais aos cofres da
prefeitura, tenham uma maior escolaridade, e consigam encontrar uma colocação e
melhorar na vida.
Como muitas ideias do prefeito, o
Transcidadania já nasceu fracassado. Os problemas dessas pessoas em arrumar um
trabalho, não são aqueles que o prefeito imagina. No mundo real, o principal é
a pouca disposição – em geral, fruto de preconceito – de empregadores para
aceitar travestis e transexuais no quadro de funcionários. E isso é algo que
pouco mudará se o candidato tiver alguns anos a mais de estudo.
Em outubro do ano passado, a população LGBT já
tinha ganhado prioridade no programa Minha Casa Minha Vida do município por
decisão do prefeito. No plano de fundo desses projetos está a sombra da
ex-prefeita Marta Suplicy, historicamente ligada ao tema LGBT, que busca espaço para se candidatar em 2016.
Com o acirramento entre os dois petistas, é de se esperar que muitas bolsas
virão. As Chanel, evidentemente, não contam.

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