A aeronave, proibida na capital Washington, era conduzida por um homem embriagado. Ela superou as cercas de proteção, entrando na área superprotegida e ao perder sinal com o condutor caiu a poucos metros de onde dorme Barack Obama. Os radares não detectaram o drone por causa de seu tamanho, semelhante ao de pássaros, apesar de ter capacidade para carregar até 1,5 kg de explosivos.
O serviço de segurança busca uma solução para impedir drones sobrevoando a casa branca. Uma alternativa é detectar o aparelho via radares e enviar um sinal para que ele pare de voar.
O fato de por o drone na ilegalidade, é inútil. Um bom exemplo é a própria web, das diversas tentativas de impedir o acesso a irrestrito a diversos sites da internet sem sucesso, como os de pirataria.
Deve-se promover o livre acesso, sem esquecer de criar algum tipo de controle para combater o mau uso em atividades criminosas.
Países como Canadá e Austrália tem deito a coisa certa com drones, ao estabelecer limites de utilização sem diminuir a liberdade de quem quer muitas vezes apenas brincar.
O aparelho surgiu em centros de pesquisa militar, destinado inicialmente, para missões bélicas. Hoje em versões menores, a Amazon e o Google testam versões capazes de carregar produtos e funcionar como roteadores de internet em áreas de difícil cobertura.
O sucesso desses aparelhos é incontornável, e eles estão se popularizando cada vez mais. A melhor saída para esses problemas é regulariza-los de modo que seus donos saibam onde usá-los sem risco.

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