domingo, 22 de fevereiro de 2015

ISRAEL E A LEI DE RETORNO

               O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, declarou que o sentimento antissemita voltou mais uma vez para o solo europeu, judeus voltaram a ser atacados e assassinados por ondas terroristas somente por serem judeus. Foi assim que deu-se inicio a um plano de Imigração do governo de Israel para atrair os judeus em massa da França, Bélgica e Ucrânia.

               O plano de Imigração chamado de Lei de Retorno, conta com a divulgação em massa nos países dos atentados terroristas contra os judeus nas últimas semanas, tal divulgação seria feita através de feiras oferecendo as oportunidades que Israel está disposta a dar, propondo subsidiar aulas de hebraico, aumentar a folha de pagamento dos departamentos oficiais de imigração para acelerar os procedimentos e conselhos para cada caso, e fortalecer os serviços sociais do país e para a geração de emprego.


               Essa lei ainda garante que todos os judeus que aceitarem receberam diversos benefícios garantidos pelo governo, e a cidadania do país.

               A emigração de judeus dos países vizinhos à Israel está aumentando consideravelmente, não só por conta da Lei de Retorno mas por causa dos conflitos no leste da Ucrânia, o sentimento antissemita que paira sobre a Europa, e a crise econômica dos países europeu tem sido fator determinante para essa volta a Israel.

               Muitos diplomatas e ministro dos países europeus dizem que essa Lei é uma jogada politica do primeiro-ministro israelense, já que as eleições em Israel estão marcadas para 17 de março. O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, declarou que " Estar em uma campanha eleitoral não justifica qualquer declaração" e ainda afirmou que " O lugar dos franceses judeus é na França. Minha mensagem é a seguinte: a França está ferida, assim como vocês, e não quer que ninguém fuja". Outros países do bloco europeu também fizeram declarações quanto o assunto, e todos compartilharam de um mesma frase, "O país não seria o mesmo sem a comunidade judia".

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