Em comemoração aos 40 anos do fim da Guerra do Vietnã, que marcou uma derrota histórica dos Estados Unidos, o país comemorou nessa última quinta-feira, dia 30 de abril, com um desfile militar. Nenhum representante dos Estados Unidos apareceram nas comemorações. A marcha recordou a entrada dos tanques comunistas na cidade de Saigon e a retirada das tropas americanas. O conflito deixou o pais em ruínas e causou mais de um milhão de mortes. O Confidenciatual resume brevemente o conflito armado.
A guerra do Vietnã, no sudeste asiático, durou de 1955 a 1975. Foi um combate do Sul capitalista e do Norte comunista. A guerra acabou sendo um dos maiores conflitos da Guerra Fria, entre os Estados Unidos e União Soviética. Os americanos entraram na guerra em 1965, e em oito anos de confronto lançaram mais de 6 toneladas de bombas no Vietnã, 80 milhões de litros do agente laranja (herbicida e desfolhante com alto poder de intoxicação) e napalm (uma bomba incendiária). Os vietnamitas tinham como vantagem a geografia do lugar, bem conhecida por eles.
A imagem mais emblemática da guerra é da menina Kim Phuc, de 9 anos, gritando e correndo de um vilarejo bombardeado pelos Estados Unidos. A tomada da cidade de Saigon (hoje chamada Ho Chi Minh, em homenagem ao falecido líder norte-vietnamita), em 30 de abril de 1975 pelos comunistas, permitiu a reunificação do Vietnã, e representou a derrota militar dos americanos. 58 mil americanos e 1 milhão de vietnamitas morreram no conflito. Apensar da vitória, o Vietnã sofre até hoje as sequelas dos ataques químicos provocados pelos americanos, como o nascimento de crianças com ma formação.
O Vietnã, a pesar de todos os problemas, foi migrando para uma sociedade mais aberta a economia de mercado. Os dois países, Estados Unidos e Vietnã, retomaram as relações em 1995, e anunciaram um acordo amplo em 2013, movimentando milhares de dólares.
Documentário da Guerra do Vietnã - segundo a visão americana (dublado - 1h25min)

