sábado, 4 de abril de 2015

Cumprimentos a Democracia

"Nenhum homem será aprisionado ou privado de sua propriedade, ou tornado fora da lei, ou exilado, ou de maneira alguma destruído, nem agiremos contra ele ou mandaremos alguém contra ele, a não ser por julgamento legal dos seus pares, ou pela lei da terra. A ninguém recusaremos ou postergaremos direito ou justiça".


      Escrita em latim, em um pergaminho de couro nos arredores do Londres há 800 anos, a Magna Carta é a mais avançada em direitos humanos do que muitas politicas atuais, e pode ser taxado como o documento mais importante da história da Inglaterra.

     Hoje, dia 15 de junho, completa oito séculos. Sua aplicação inicial beneficiou apenas a elite do reino, em 1215. Depois, suas palavras foram ampliadas para todos os habitantes da Inglaterra.

     A Magna Carta serviu de base para as democracias modernas ao dar vida ao "estado de direito", que prega a igualdade das leis entre todos os homens da nação. Apesar de ser base das democracias modernas, se aplicada em países que se julgam democráticos, como a Venezuela e Argentina, seria um choque do que é a democracia; uma distribuidora de igualdade indiferentemente a iguais e a desiguais.

     Uma cópia da Magna Carta será exposta em Brasília em julho, depois voltará para a Inglaterra. O ideal seria se os princípios dessa certidão de igualdade ficassem.

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