"Nenhum homem será aprisionado ou privado de sua
propriedade, ou tornado fora da lei, ou exilado, ou de maneira alguma
destruído, nem agiremos contra ele ou mandaremos alguém contra ele, a não ser
por julgamento legal dos seus pares, ou pela lei da terra. A ninguém
recusaremos ou postergaremos direito ou justiça".
Escrita em latim, em um pergaminho de couro nos arredores do
Londres há 800 anos, a Magna Carta é a mais avançada em direitos humanos do que
muitas politicas atuais, e pode ser taxado como o documento mais importante da
história da Inglaterra.
Hoje, dia 15 de junho, completa oito séculos. Sua aplicação
inicial beneficiou apenas a elite do reino, em 1215. Depois, suas palavras
foram ampliadas para todos os habitantes da Inglaterra.
A Magna Carta serviu de base para as democracias modernas ao
dar vida ao "estado de direito", que prega a igualdade das leis entre
todos os homens da nação. Apesar de ser base das democracias modernas, se aplicada
em países que se julgam democráticos, como a Venezuela e Argentina, seria um
choque do que é a democracia; uma distribuidora de igualdade indiferentemente a
iguais e a desiguais.
Uma cópia da Magna Carta será exposta em Brasília em julho,
depois voltará para a Inglaterra. O ideal seria se os princípios dessa certidão
de igualdade ficassem.

Nenhum comentário:
Postar um comentário